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Meus livros favoritos.


Olá queridos leitores! Hoje eu vim pra falar dos meus livros favoritos. 
Eu adoro romance, é minha paixão. Sempre me envolvo muito com a história, tem livro que é tão intenso que parece que vivo lá. Parece que todos os personagens e seus problemas fazem parte de mim. O último livro que eu li me deixou tão conturbada que não consegui ler outro. O "De Volta Aos Sonhos" me fez viajar até o infinito, a história é tão envolvente que quando terminei fiquei em estado de choque, foi como se eu tivesse vivido tudo aquilo num sonho e depois acordado pra realidade. Eu fiz uma "resenha" sobre ele aqui, vocês podem dar uma olhada e dizer depois o que acharam. Mas enfim, vocês já perceberam que pra eu me apaixonar pelo livro ele tem que ser intenso. Pensando nessa intensidade toda, resolvi fazer uma lista com alguns livros que já li e que amei.



O primeiro é um livro da Jojo Moyes, A Última Carta de Amor. Esse livro é tão perfeito! Ganhei ele de presente de natal, a história é um pouco confusa, mas o final é surpreendente. Não darei spoiler sobre ele, se caso vocês se interessarem vão à Saraiva mais próxima e compre ele, garanto que não vão se arrepender.



Meu segundo livro a ser indicado é O Homem Que Matou Getúlio Vargas, do Jô Soares. Esse é um livro que pode ajudar bastante quem está no terceiro ano do ensino médio. O livro conta a história de um rapaz, filho de mãe brasileira, que na adolescência se torna terrorista. O objetivo dele é acabar com os ditadores da época. Dimitri, personagem principal, vive se metendo em furadas ao tentar executar os políticos e foi desse jeito que ele veio parar no Brasil. A partir de agora não direi mais sobre o livro, deixarei vocês curiosos. Compre ou baixem o livro pra saberem o que acontece. Garanto, mais uma vez, que não irão se arrepender.



O terceiro conta a história de uma garota que viveu e relatou o terror que era durante a Segunda Guerra Mundial. Acho que todos já sabem qual é, né? Isso mesmo, O Diário de Anne Frank é um livro maravilhoso, a história em si é triste e pesada. Mas aconselho a todos vocês lerem, vale a pena. Além de intenso, os relatos de Anne te dão conhecimentos.



O quarto livro também é uma história narrada durante a Segunda Guerra Mundial. A Menina Que Roubava Livros é, sem dúvidas, um dos meus preferidos. Depois de tê-lo rejeitado duas vezes, na terceira consegui ganhar gosto e me interessar pela história. Acho que todos já sabem como é o enredo, mas quem ainda não leu aconselho a irem na livraria mais próxima, é um ótimo investimento.



Vamos ao próximo. O quinto livro é o De Volta Aos Quinze - Da Série Meu Primeiro Blog. Esse livro é o meu FAVORITO, sem dúvida alguma. Não vou dar spoiler. Quando ele chegou fiquei tão animada, tão excitada que o li em dois dias, sem parar. Ele é tipo uma barra de chocolate, quanto mais você come, mais quer.
Vá na saraiva mais perto e compre o seu, garanto que não irá se arrepender.



O próximo é a continuação do De Volta Aos Quinze.
O De Volta Aos Sonhos é ainda mais perfeito que o primeiro. Se você quer saber minha opinião sobre ele, clique aqui. Ah, não se esqueça de ir na saraiva e comprar ele também.



Tem mais 3 livros que quero falar, mas dois eu não terminei de ler e um eu mal comecei. Tem o Depois Dos Quinze (mais um da Bru *-*), são contos e crônicas. Esse é um livro pra ser devorado aos poucos, porque o conteúdo dele é muito inspirador e pessoal.
O outro é o Staying Strong da Demi. São vários textos de alta ajuda para ser lido por dia durante o ano todo, mas eu nunca lembro de fazer isso.
O último e mais recente, é o Morte Súbita da J.K Rowling. O livro parece ser bem interessante, mas não consegui me prender a ele. Talvez aconteça o mesmo que aconteceu com o A Menina Que Roubava Livros, talvez na terceira tentativa eu consiga lê-lo inteiro.

Bom pessoal, esses são meus livros favoritos. Tenho muito ciúmes deles, então não me peça emprestado! Haha
Diz aí nos comentários quais são os seus xodós literários e compartilhe.
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Um dia terá fim?


Às vezes é tão difícil colocar tudo pra fora que eu me sinto inútil e totalmente incapaz de me expressar, me cobro todos os dias por fazer isso de forma tão genuína que nem percebo o quanto só colaboro com meu sofrimento. Se eu não me punir pra ser perfeita, nunca alguém irá me reconhecer e meu esforço terá sido em vão. É isso que eu penso, mesmo que em análise digo que não vou mais me propor a agradar o outro. Por isso vivo numa guerra infernal e infinita comigo mesma, sem saber se terá fim e quando será o fim. Talvez dure enquanto eu viver, talvez acabe ano que vem.

E a solidão me dá medo, porque sei o quão dolorido é estar sempre sozinha. Sinto falta daquela ilusão de achar que tinha alguém do meu lado, não sei quando isso aconteceu de verdade, não me lembro. Talvez eu sofra de amnésia, quero acreditar que seja isso, porque é menos doloroso. Não lembrar é bom, mas a falta que a falta faz machuca, tira o melhor de mim e me tranca num buraco sem saída. Não quero viver em busca da plenitude, só quero ser feliz comigo e amada por alguém, e assim ser feliz ao seu lado também, e finalmente pôr fim a essa guerra.
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Mitologia Grega! ελληνική Μυθολογία. (final da batalha)

Os titãs lutaram ao lado de Cronos, eles atacavam jogando enormes blocos de pedra em chamas contra os grandiosos deuses, e Zeus revidava lançando sobre o exército de seu pai a fúria dos raios. O confrontou sacudia toda a terra, e apolo lançava uma chuva de flechas enquanto Poseidon, com um só golpe de seu tridente, racha em duas a ilha de Cós, e joga uma das partes sobre um dos titãs, que é achatado e desde aquele dia passou a ser a ilha de Nisiro. Atena faz a mesma coisa, arremessando uma enorme rocha, esmaga outro titã que se torna a ilha de Sicília, no entanto, os deuses só conseguiram vencer realmente, quando eles libertaram os Ciclopes e os Hecantônquiros, que como ja disse na história, foram aprisionados por Cronos. Mas agora que foram libertados, esses monstros gigantes ajudaram os Deuses e conseguiram vencer a guerra! Aprisionaram os Titãs nas profundezas do Tártaro. Estão lá, muuuuuuito abaixo da terra, e as inúmeras erupções de vulcânicas provam que até hoje eles continuam vivos e tentando se libertar.

Obra de Perino Del Vaga. Ano 1533. Os deuses estão na parte de cima, e os tiãs derrotados em baixo, possivelmente sendo representados no Tártaro.

Para Atlas, Zeus deu um castrigo bem especial. Zeus ordenou que o titã a sustentar eternamente o Céu nas costas, impedindo que ele mais uma vez se unisse a Terra. Quando alcançada a vitória, os deuses dividiram o universo, Zeus ficou com o céu e a Terra, Podeison com os mares e Hades com o mundo dos mortos. Sendo assim, a humanidade foi criada por Prometeu.

Prometeu (aquele que vê antes ou prudente, previdente) era um dos Titãs, filho de Jápeto e Clímene e também irmão de Epimeteu (o que vê depois, inconsequente), Atlas e Menécio. Os dois últimos se uniram a Cronos na batalha dos Titãs, contra os deuses olímpicos e, por terem fracassado, foram castigados por Zeus,que então se tornou o maior de todos os outros deuses.

Prevendo o fim da guerra, Prometeu se uniou a Zeus e recomendou que seu irmão Epimeteu fizesse o mesmo. Assim, eles não foram castigados e viviam em paz na terra. Os irmãos foram incumbidos de criar os homens e todos os animais. Epimeteu encarregou-se da obra e Prometeu encarregou-se de supervisioná-la.

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Guerra

Travei essa guerra dentro de mim
Nenhum homem é capaz de fazê-la chegar ao fim
Nem de súbito acaso me entregarei
Não existirá vencedor ou um rei

Gritei bravamente a minha redenção
Escrevi nas paredes os versos dessa canção
Prometi para mim nunca soltar sua mão
E esse amor não é uma ilusão

Presa em correntes tento me soltar
Desta vez nem mesmo o sol poderá me cegar
Caminhando cada vez mais para longe de ti
Deixando para trás pedaços de mim

Te sufoquei com meias verdades
Me enganei com mentiras em tom de saudades
Me deixei levar através desse mar
Tão fundo que não dá pra respirar
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Entre a felicidade e a tristeza


Nos últimos dias a tristeza e a felicidade declararam guerra e me escolheram como principal alvo, me colocando entre as duas. Tem dias que a tristeza conquista mais territórios, mas a felicidade tenta recuperar (em vão). No meio dessa confusão toda procurei um refugio, um lugar calmo onde eu pudesse me esconder sem ser incomodada.
No meu refugio há cores, fitas, amores e dias cinzas. O meu céu azul me visita nos dias de felicidade, quando ela ganha forças pra derrubar a tristeza. Nesse jardim que escolhi fazer morada há borboletas de todos os tipos e tamanhos, há pássaros que cantam bom dia todo amanhecer. Poesias e versilharias compõe os dias mais calmo. Mas essa calmaria é tão solitária, tão silenciosa, tão triste. Quando acho que é a felicidade batendo palmas no meu portão, me deparo com a tristeza sorrindo pra mim e me abraçando. E ela sempre chega no meu momento de fraqueza, quando estou jogada num canto sendo esquecida pelo mundo. 
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o quarto

Mais um verão chega ao fim e o que era pra ser a melhor época do ano, se tornou um pesadelo. Me forcei a permanecer acordada inúmeras noites, perambulando pelo quarto escuro sem saber o que fazer. Nessas noites insones nada fazia sentido e eu não tinha juízo para me manter sã. Mas sucumbir ao desespero era como estar num beco sem saída. Era exatamente assim que eu me sentia: impotente, incapaz, inútil e descartável.

De repente o quarto ficou quente, o oxigênio foi ficando escasso e a esperança se esvaia junto do ar que não me cabia. O silêncio se fez presente e era ensurdecedor.

Subitamente me vi perdida em meio a essa guerra particular. Meu corpo não aguentava mais ficar ali, mas este não podia ser o meu fim.

A porta estava trancada e eu não sabia como sair daqui. O medo foi tomando conta de mim e eu delirava deitada no chão sem conseguir me mexer para fugir, sucumbindo à desistência.
Fechei os olhos na tentativa de não me ver cair, e apenas sentir o quarto me engolindo por inteira.
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Isso não é um adeus...



Sozinha no meu quarto pude perceber que a todo momento tentei preencher o vazio de forma errada, sempre acreditei que era algo ou alguém que faltava. Como uma geladeira vazia, sempre tentando colocar mais e mais coisas para aparentar estar cheia. Talvez eu tenha sido egoísta demais achando que tudo devia ser meu, quando na verdade nada disso me pertencia.
Perdi a respiração tantas vezes, encarei a morte de perto sempre que acreditava ser o meu fim. Entreguei meu coração a pessoas que não o queriam, dei a mão à quem a soltou de imediato, entrei numa rua sem saída para guiar quem não tinha aonde me levar. Tudo isso para que me sentisse completa, quando na verdade estava me desmontando aos poucos. E então a gente entende que nada disso faz sentido. Entende que o problema não é você, mas sim como acha que deve agir. Entende que se não deixar cicatrizar sozinho, a ferida nunca irá se fechar. E esse era o meu defeito, não ser suficiente para mim, mas querer ser suficiente para alguém.
Há tanto tempo que não me sinto confortável na minha própria presença, como se ao me olhar no espelho aquele reflexo fosse me julgar. Estava errada mais uma vez. Não era um julgamento para me deteriorar mais, era algo para que eu aprendesse a reverter as situações.
Todos os dias tento me curar através de pessoas que não são remédios, usando palavras rasas e fazendo escolhas equivocadas. Todos os dias encaro o amanhecer com dificuldades, pois cada passo que dou não há opção de voltar e assim me sinto mais perdida.
Essa guerra infinita que vivo comigo mesma me ensina todo dia que ou eu venço ou eu perco, que tudo depende da próxima escolha que irei fazer. Me ensina que a noite pode ser muito fria e o dia muito quente, mas que dá pra viver em harmonia.
Mas o medo de estar sempre só muitas vezes me impediu de realmente fazer o que era certo, mesmo que aquela escolha parecesse ser certa naquele momento. E eu odeio agir por impulso.
Me equivoquei de novo, pois por impulso estou agindo. Deixarei para trás tudo que tenho e buscarei o que realmente faz falta.
Vou em busca de mim, neste mundo insano, enfrentando qualquer obstáculo que eu mesma me impôr.
As feridas ainda estão abertas e todas as noites eu choro de dor, mas amanhã é um novo dia e eu chorarei de novo até ter certeza de que não me afogarei em minhas próprias lágrimas.
Isso não é um adeus, estou indo em busca de mim.
Até logo...

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uma luta contra mim

Como dizer tudo que estamos sentindo sem ao menos saber o que é? Eu me sinto impotente por não conseguir expressar o que se passa por dentro, por não ter confiança e coragem de dizer o pior que há em mim. Parece que gritar não é mais a melhor opção e se calar é a única saída.
O medo e a insegurança andam lado a lado e não sei como me desprender deles sem cair em desespero e angústia.
As palavras se voltaram contra mim e esse sentimento de desamparo me consome, me proibindo de juntar letra por letra para te dizer a verdade. A verdade que eu ignoro todos os dias para não me machucar, mas a ferida continua aberta e parece que nunca irá cicatrizar.
Eu me sinto sufocada dentro de mim mesma, com tanta coisa entalada na garganta com medo de me perder. Mas eu já estou perdida, então qual o sentido de viver assim?
Autossabotagem, mutilação psíquica, desconstrução social, são coisas que fazem parte de mim e eu não aguento mais. Já ouvi muita gente dizendo que só depende de mim, mas ninguém sabe o quão difícil é morrer pra viver. Eu ainda não me matei e continuo aqui desejando esse feito doentio para fugir de mim mesma e tentar recomeçar.
A minha autodepreciação se mantém constante e agradeço aos envolvidos, pois a cada  "você não se mexe, por isso as coisas não dão certo... você não corre por você, ninguém fará isso" eu fico mais convicta que preciso vencer a mim mesma.
A guerra é minha e ninguém poderá me deter, mesmo sem saber lutar eu tentarei de tudo para vencer. O fim parecia próximo, mas agora eu sei que a minha história não acaba aqui. Continuo minha jornada em busca de mim, me enfrentando todos os dias pra tentar ser feliz.
Eu sou um fracasso, mas busco minha vitória. Você é alguém que não tem o direito de julgar quem eu sou.


Julia Ismara
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Soneto ao acaso

travei outra guerra em mim
sem saber pra onde ir 
as vozes gritavam em minha mente
me confundindo demasiadamente 

desejei que o dia não tivesse fim 
e que você fosse uma parte de mim 
pois ao sair me senti só 
desatando todos os nós 

a mão afrouxa os laços 
desenhando os traços 
dessa desatina 

a sós refiz os passos 
fui em direção ao acaso
dessa sina.


Julia Ismara
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A Caixa de Pandora - κουτί της Πανδώρας

Prometeu (aquele que vê antes ou prudente, previdente) era um dos Titãs, filho de Jápeto e Clímene e também irmão de Epimeteu (o que vê depois, inconsequente), Atlas e Menécio. Os dois últimos se uniram a Cronos na batalha dos Titãs, contra os deuses olímpicos e, por terem fracassado, foram castigados por Zeus que então tornou-se o maior de todos os deuses.

Prometeu e Epimeteu
Prevendo o fim da guerra, Prometeu se uniou a Zeus e recomendou que seu irmão Epimeteu fizesse o mesmo. Assim, eles não foram castigados e viviam em paz na terra. Os irmãos foram incumbidos de fazer o homem e assegurar-lhe, e aos outros animais, todas as faculdades necessárias à sua preservação. Epimeteu encarregou-se da obra e Prometeu de examiná-la, depois de pronta.

Sendo assim, Epimeteu tratou de atribuir a cada animal seus dons variados, de coragem, força, rapidez, sagacidade: Asas a um, garras a outro, uma carapaça protegendo um terceiro, e assim foi a criação dos animais, mas quando chegou a vez da criação do homem, Epimeteu já habia gastado todos os seus recursos com os animais, e o homem acabou ficando indefeso, sendo que teria de ser superior aos animais. Sem ideia de como consertar o erro, recorreu a seu irmão Prometeu. Prometeu subiu até o Olimpo, e acendeu uma tocha no carro do sol de Apolo, trazendo o fogo, que antes era exclusivamente dos deuses. Para os homens, isto assegurou a superioridade dos homens sobre os animais. Com o fogo, o homem pôde, entre várias outras coisas, se proteger dos animais ferozes, cozinhar o seu alimento e aquecer sua moradia.

Prometeu leva o fogo à humanidade, tela de Heinrich Friedrich Füger de 1817

Num célebre episódio, durante um banquete destinado a selar a paz entre mortais e deuses, Prometeu foi responsável por aplicar um estratagema em Zeus. Colocou duas oferendas diferentes diante do deus olímpico: uma delas consistia de um saco cheio de fartas carnes de touro, porém, escondidas dentro de um exterior repulsivo. A outra consistia, num outro saco, onde o titã colocou só os ossos e gorduras do touro, mas revestidos por uma embalagem atrativa. Zeus escolheu a segunda, abrindo assim um precendete para os futuros sacrifícios, e a partir de então os humanos teriam passado a ficar com a carne dos animais que sacrificavam, dedicando aos deuses apenas os ossos, envoltos numa camada de gordura.

Ao descobrir que na oferenda escolhida só havia ossos e gordura dentro do saco, Zeus ficou bravo, e retirou o fogo dos humanos como forma de retribuição. Prometeu, então, roubou o fogo dentro de um enorme caule de funcho, devolvendo-o a humanidade (está é a outra versão para a história do roubo).

O roubo de prometeu, certamente deixou Zeus muito furioso, o que não é nada bom para um deus poderoso. Acredite, você não ia querer deixar Zeus furioso. O deus dos seuses decidiu punir Prometeu e seu tão adorado homem pela ousadia de furtar o fogo divino. Para isso mandou criar uma bela mulher, chamada Pandora. Ela foi feita no céu, moldada pelo deus Hefesto semelhante á semelhança das deusas, e cada um dos deuses contribuiu com alguma qualidade para torna-lá uma mulher maravilhosa. Afrodite, deu-lhe a beleza e a meiguice, Atena deu-lhe a sabedoria, Apolo o dom da música, mas Zeus pediu secretamente a Hermes, o traiçoeiro deus dos ladrões (e tb mensageiro dos deuses), que  impusesse na personalidade de Pandora a traição e mentira. Assim dotada, destinou-a Zeus à espécie humana.

Pandora
Hermes conduziu Pandora até Epimeteu, a quem Prometeu antes recomendara que não recebesse nenhum presente dos deuses.Porém, quando Epimeteu viu a incrível beleza da moça, ficou encantado e esqueceu-se do que seu irmão havia dito, e tomou Pandora como esposa. Epimeteu tinha em casa uma caixa (em outras versões, é um jarro), onde guardava artigos malignos que não utilizou na preparação do homem e fez a esposa prometer que não abriria. Mas Pandora foi a mulher tomada por uma intensa curiosidade, e depois de uma noite de amor com seu marido, que caiu no sono, o enganou e abriu a caixa. De lá saíram todos os males, a inveja, a mentira, o ódio, a velhice, a morte e todas as doenças que até hoje assolam a humanidade. Assustada, Pandora apressou-se em tampar a caixa, mas infelizmente, depois de ter libertado todos os males, deixou ali dentro uma ultima coisa, a esperança.

Pandora abrindo a caixa.

Quanto a Prometeu, como se já não bastasse o fato de ter a sua tão adorada crianção, a humanidade, devastada por tantos males, o titã ainda foi condenado pelo vingativo Zeus a ficar eternamente acorrentado a uma rocha, com um abutre que vinha todos os dias para lhe de devorar o fígado que se regenerava durante a noite, já que era um titã, e para ser devorado novamente no dia seguinte. A vingança de Zeus estava feita

Prometeu tendo o fígado devorado


Fonte: Blog Monte Olimpo



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Eu Não Sabia

Pensei ter vencido esta guerra
Em minhas mãos estavam as esferas
Onde a luz passava através delas
E minhas lágrimas corriam pela terra

Não tinha como eu saber
Que existiria alguém como você
Que nosso caminho se cruzaria
Que assim, eu não ficaria

O sol aquecia meu corpo
A lua me transformava em lobo
Os seus lábios eram doces feito mel
E eu era cega olhando pro céu

Sem saber como agir, eu fugi
Sem saber como ganhar, eu perdi
Sem saber como amar, eu sofri
Sem saber como sorrir, fui infeliz.
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Minhas várias fases e estações...


Acho que muita gente quando recorda um momento parece que está vivendo-o novamente e isso acabou de acontecer. Estava procurando umas fotos da minha mãe no meu Google Fotos e rever minhas fotos me deixou nostálgica. Desde quando eu tinha 13 anos pinto meu cabelo e nunca mais parei. Toda vez que pintava parecia que a minha mudança interna transcendia para fora e eu me sentia melhor.


Cada fase me fez perceber que eu era como uma supernova que acaba de nascer, eu me sentia poderosa e indestrutível.

Esse post é pra eu me lembrar que não importa o tamanho ou a cor do meu cabelo, o que realmente importa é se estou feliz e satisfeita comigo mesma. E me aceitar do jeito que sou, sem ter medo de ser julgada.


14 anos
Comecei pintando o cabelo de ruivo sem descolorir, porque foi a única forma que minha mãe havia deixado pintar naquela época.








Mas não parei por aí, mesmo não podendo descolorir continuei pintando e cortando.

15 anos

16 anos

A ordem cronológica eu nunca fiz questão de saber, apenas quando seria a próxima vez.

Toda vez que eu mudava demorava um certo tempo para me acostumar e me aceitar, porque sempre havia alguém pra me julgar e dizer o quanto esse novo corte não está combinando.


Amigos e familiares me colocavam pra baixo sempre que cortava o cabelo de uma forma diferente e fora do padrão, era um inferno e uma guerra que eu enfrento até hoje em dia.

17 anos
17 anos


17 anos
17 anos

18 anos


18 anos

Sessão de autógrafos da Fresno em Santo André em 2014

Sessão de autógrafos da Fresno em 2014

























Realmente as várias fases e estações, e nem estão todas as fotos aqui, mas essas foram só o início de uma transformação gigantesca.
Existem mil fotos que se eu colocasse todas aqui, esse seria um post enorme e vocês não chegariam ao final, mas ainda assim colocarei outras.

18 anos


com 18 anos a gente já pode ir pras baladas da vida né!?
Minha primeira foto Tumbl

trabalhadora do GPA porém ruiva e bela
18 anos


a cara é de drogada, mas o coração é de mocinha

T-shirt do amigo artista




alto do Martinelli

tarde de natal de 2016

o side cut tava grande e o ruivo desbotado
side cut estava grande


fã de Lana Del Rey
a juba maior que tudo


O corte emo nunca saiu de moda
























































primeiro dia de férias

Do ruivo eu fui direto pro azul, pois estava de férias do trabalho e não aguentava mais me olhar no espelho e não ver nada diferente nem me sentir bem.

o azul no inverno me deixava muito bonita mesmo
último dia do primeiro semestre da faculdade bebendo as 10h
da manhã.















Passei um mês com o cabelo azul, usei uma tinta que chama Evolution que vende na galeria do rock foi o melhor tonalizante que já usei porque ele só começou desbotar e ficar aquele azul turquesa depois de quase dois meses (fica a dica pra quem quer pintar o cabelo de azul, mas não sabe qual marca usar).
Como era férias do trabalho e lá não podia ter cabelo colorido, tive que descolorir outra vez. Mas Julia teu cabelo não ressecou, quebrou ou caiu? Sim, ele ficou bastante danificado. Mas uma hidratação sempre salva, né? (Coisa que eu raramente faço).
E do loiro descolorido pra tirar o azul eu cortei bem curto, igual o da Anne Hathaway, para tirar todo o loiro e deixar crescer naturalmente.Nessa mesma época, quando ele já estava maiorzinho um pouco, descolori de novo. Mais férias estava chegando e eu precisava me sentir outra pessoa.
No ano de 2017 fui cortar o cabelo de novo. Estava com viagem marcada para o Rio de Janeiro e precisava mudar alguma coisa.








Aqui o roxo não pegou
Aqui o roxo saiu na primeira lavagem

Antes de ir para o Rio pintei o cabelo de roxo, mas no mesmo dia tinha show da Fresno pra ir e eu fiz tudo correndo. A cor não ficou porque passei no cabelo molhado e por isso saiu no dia seguinte quando lavei. Então ficou um lilas quase rosa, mas eu não soube aproveitar. Quando cheguei no Rio meu amigo também estava com o cabelo descolorido e tinha comprado uma máscara de hidratação roxa, aproveitei pra passar no meu cabelo o que ajudou a cor roxa ficar mais vibrante.

Voltando de viagem, já voltava a rotina normal e eu teria que descolorir outra vez. Do roxo fui pra um verde (bem bonito, aliás), mas por ser "fora do padrão" tive que pintar de loiro as pressas. Ele continuou verde, porém discreto e puxado pro loiro.

a cara de quem não aguentava mais a rotina que tinha

Acho que esse é o post mais longo que já fiz, portanto vou tentar resumir e postar as últimas fotos.
Ano passado, 2017, passei sete meses no RH da loja cobrindo licença maternidade, então quando voltei de férias para o trabalho tive que voltar ao meu cargo. Quem já trabalhou ou conhece alguém que trabalha em supermercado sabe o quão exaustivo e estressante é. No final do ano eu passei uma semana doente e num dia qualquer tive um ataque de pânico. Duas semanas depois pedi as contas, porque já não aguentava mais.

Não estar trabalhado eu pude pintar mais ainda o cabelo sem me preocupar em ter que descolorir as pressas pra tirar a cor.
Enfim, de dezembro pra cá eu platinei o cabelo, fiz mexas verdes para o carnaval e depois me entreguei ao verde de uma vez. Hoje em dia estou com ele preto.




















Eu me sinto muito perdida na vida, percebi que isso é refletido na minha aparência.
Espero que minhas várias fases e estações sirvam de inspiração (tanto pra mudar, tanto pra não fazer igual).

Obrigada quem leu até aqui, e deixa nos comentários quantas vezes ao ano você muda o visual? Qual dica você dá pra uma pessoa impulsiva como eu a cuidar do cabelo depois de tantas descolorações?

Até mais...




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